O Ibovespa é o índice que mede o desempenho médio das ações mais negociadas na B3, a bolsa de valores do Brasil.
Dessa forma, pense nele como um termômetro da economia brasileira: quando as empresas vão bem, ele sobe; no entanto, quando o cenário é incerto, ele cai. Criado em 1968, o Ibovespa é hoje a principal referência para quem investe em renda variável no Brasil.

Como o índice é calculado?
O Ibovespa é formado por uma lista das ações mais importantes da bolsa. Contudo, não são todas as empresas — apenas aquelas que atendem a critérios de movimentação (quantas pessoas compram e vendem essas ações diariamente). Além disso, essa lista é revisada a cada quatro meses.
Para entender a dimensão: em março de 2026, o índice reúne cerca de 80 ações de empresas como Petrobras, Vale, Itaú, Bradesco e WEG. Por conseguinte, essas companhias representam juntas mais de 70% do valor negociado na B3.
O que move o Ibovespa?
Três coisas fazem o Ibovespa subir ou descer:
1) Taxa Selic baixa atrai mais gente para a bolsa. Ou seja, quando a poupança rende pouco, investidores buscam ações.
2) Dólar alto aumenta o valor de empresas exportadoras como Vale e Petrobras.
3) Notícias dos EUA e China afetam o mundo todo, incluindo o Brasil.
Como acompanhar o índice
O Ibovespa é atualizado em tempo real durante o pregão da B3, das 10h às 17h (horário de Brasília). Assim, você pode acompanhar pelo site da B3, pelo aplicativo do seu banco ou diretamente no ticker do Correio Capital.
Por que isso importa
Se você investe na bolsa, o Ibovespa te mostra se é bom momento para comprar (baixo) ou vender (alto). Além disso, fundos de ações precisam render mais que o Ibovespa para valer a pena. Por exemplo, é como uma nota de corte.
Se o seu fundo rendeu menos que o Ibovespa, você estaria melhor comprando um ETF que simplesmente copia o índice. Portanto, menos risco, mesmo resultado.












