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Ethereum sob pressão: analistas alertam para risco de queda

Analistas alertam que Ethereum segue sob pressão de baixa, com US$ 1.800 como nível crítico de suporte. Entenda o impacto para investidores brasileiros.
Analistas do mercado cripto alertam que o Ethereum (a segunda maior criptomoeda do mundo) segue sob pressão de baixa, com traders monitorando de perto a marca de US$ 1.800 como nível de suporte crucial para evitar quedas mais acentuadas.

O Ethereum, a segunda maior criptomoeda em valor de mercado (atrás apenas do Bitcoin), enfrenta um momento delicado. Segundo reportagem da Cointelegraph publicada em 29 de maio de 2025, analistas técnicos do mercado apontam que a pressão vendedora (ou seja, a tendência de mais investidores querendo vender do que comprar) permanece elevada. O foco agora está na região de US$ 1.800, um patamar que funciona como uma espécie de “piso” psicológico: se o preço cair abaixo desse valor e não conseguir se recuperar rapidamente, o risco de novas quedas aumenta.

Para contextualizar, o Ethereum é a plataforma que sustenta a maior parte das aplicações descentralizadas (DeFi, ou “bancos digitais sem banco no meio”) e dos contratos inteligentes (programas que executam acordos automaticamente quando certas condições são atendidas). Quando o preço do Ethereum cai, isso afeta não apenas investidores, mas todo o ecossistema de aplicações que dependem da rede. A título de comparação com o mercado tradicional, seria como se as ações da Petrobras caíssem e arrastassem consigo toda a cadeia de fornecedores e distribuidores.

A reportagem não especifica a janela temporal exata da pressão de baixa mencionada, mas cita que traders estão acompanhando a zona de US$ 1.800 “de perto” em busca de sinais de estabilização. Historicamente, níveis de suporte como esse funcionam como termômetros do sentimento do mercado: se segurados, podem indicar retomada de confiança; se rompidos, costumam acelerar vendas. Em termos de mercado brasileiro, investidores que acessam Ethereum via ETFs cripto na B3 (como o ETHE11, que replica a variação do Ether) também sentem diretamente esses movimentos, já que as cotas acompanham o preço internacional da moeda.

Segundo conhecimento de mercado, o Ethereum vem enfrentando desafios adicionais relacionados à competição com outras blockchains (redes concorrentes que oferecem transações mais rápidas e baratas) e à incerteza regulatória global. No Brasil, a CVM e o Banco Central ainda discutem regras mais claras para ativos digitais, o que pode influenciar a forma como fundos e corretoras oferecem exposição ao Ethereum localmente.

📊 Número do Dia

US$ 1.800 , Patamar crítico de suporte que analistas monitoram para avaliar se o Ethereum consegue evitar quedas mais acentuadas no curto prazo.

Por que isso importa

Para o investidor brasileiro que possui Ethereum diretamente ou via ETFs na B3, entender esses níveis de suporte ajuda a calibrar expectativas e gerenciar risco. Se o preço romper US$ 1.800 para baixo sem recuperação rápida, a volatilidade (oscilação de preço) tende a aumentar, exigindo atenção redobrada. Além disso, a saúde do Ethereum impacta todo o ecossistema DeFi e de aplicações descentralizadas, setores que vêm ganhando tração também no Brasil.


Fonte original: https://cointelegraph.com/markets/analysts-say-ethereums-downside-pressure-remains-as-18k-becomes-key?utm_source=rss_feed&utm_medium=rss&utm_campaign=rss_partner_inbound

Foto de Roberta Silva

Roberta Silva

Jornalista econômica especializada em política monetária e macroeconomia brasileira. Acompanha as decisões do Banco Central, os números do IPCA e os impactos da Selic. Responsável pelas seções Economia e Política Econômica.
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